quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Não é mais uma propaganda de guerra.

Todo reinado tem um fim...todo o domínio tem um fim, toda a história tem um fim, tudo que nasce um dia morre...nada dura para sempre! Será esse o inicio de uma era da verdadeira liberdade em Cuba, ou começo da escravidão americana? Melhor com Fidel e o ideal da revolução que um dia tentou libertar Cuba, ou mais 49 anos agora com o domínio capitalista? Como erguer um país do zero? Escravizando, é assim que acontece...Foram 49 anos de ditadura, e teremos mais alguns vindo pela frente, porque ele tem que morrer primeiro, assim como toda a velha guarda cubana...aí poderemos então especular um futuro para Cuba! Que a troca de governo seja graduativa, e prepare a população...porque assim como muitos fogem de lá, muitos são os que aplaudem o regime imposto pelo mito Fidel Castro!!!

Um homem peitar o Estados Unidos e continuar vivo, é um homem de respeito.

"HASTA LA VICTORIA SIEMPRE"

Não é mais uma propaganda de guerra ou oposição.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Coração.




Coração frio e desconfiado.
Coração mudo e descompassado.
Coração triste e excomungado.
Coração simples e castigado.
É assim o coração que bate no meu peito em dias de solidão.
É assim o coração que pulsa por alguém e por emoção.
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hahaha
rima péssima eu sei!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Brasileiros e a internet (2).

Amizades online

A pesquisa ainda mostrou que os brasileiros e chineses são os que mais baixam música pela internet: 89% das crianças e 88% dos adultos no Brasil disseram que entram freqüentemente nos sites que oferecem arquivos de música.

Na China, esse número cresce para 97% entre os adultos e 98% entre as crianças.

E também foi no Brasil que os pesquisadores encontraram o maior número de internautas que buscam na rede sua fonte de informação nos sites de notícias e blogs: 93%.

Os chineses vêm logo atrás, com 92%, seguidos pelos japoneses (83%).

O relatório ainda traz informações sobre como os brasileiros consideram relacionamentos pela rede.

Mais de três quartos dos entrevistados adultos (77%) disseram ter feito amizades pela internet. Deste total, 60% disseram que gostam tanto ou mais "dos amigos online", o maior índice entre os países pesquisados.

As crianças brasileiras seguem a tendência, com 74% dos entrevistados relatando que cultivam amizades pela rede. O índice é menor apenas do que o da China (88%).

"O estudo nos permite entender melhor os hábitos tecnológicos do usuários e como a era da internet está moldando a paisagem cultural global", disse Martian Merritt, gerente de segurança da Symantec.

Ainda segundo o estudo, os brasileiros são os mais desconfiados quando se trata de enviar informações pessoais pela internet, como o número do cartão de crédito.

Apenas 13% dos internautas disseram fornecer dados do cartão de crédito. Os que mais dividem dados pessoais com pessoas desconhecidas são os americanos, com 34%.
Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL297290-5602,00-BRASILEIROS+SAO+OS+QUE+MAIS+ACESSAM+SITES+PORNOGRAFICOS.html

Brasileiros e a internet.


Brasileiros são 'os que mais acessam sites pornográficos'
Estudo avaliou costumes de mais de sete mil pessoas em oito países.

Os usuários de internet no Brasil são os que mais acessam sites de pornografia, segundo uma pesquisa encomendada pela empresa de tecnologia Symantec, que fez uma radiografia dos hábitos de mais de sete mil internautas em oito países. Segundo o levantamento, 55% dos internautas brasileiros visitam páginas com conteúdo pornográfico quando estão online. Os chineses aparecem em segundo na listagem, com 51%. Os britânicos e alemães, com 35%, são supostamente os que menos procuram sexo pela rede. O estudo investigou os costumes de 4.687 adultos e 2.717 crianças nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália, Alemanha, França, Brasil, China e Japão.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Aplausos para o grande circo.

'Me senti como um lixo', diz juiz algemado em camburão por policiais civis Juiz foi preso na Lapa, por suposto desacato, porque contestou como foi abordado pelos policiais

Rio - O juiz federal Roberto Schuman divulgou uma carta à imprensa comentando os incidentes ocorridos na Lapa na segunda-feira de Carnaval. Neste dia, o magistrado foi algemado e carregado em um camburão após uma confusão com policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).

"Confesso que sai do camburão algemado me sentindo como um trapo, um lixo, em relação à minha cidadania e minha condição funcional, contudo, após esses dias saio um cidadão e um magistrado ainda mais forte, e isso eu devo a todos vocês", diz o juiz no e-mail, referindo-se ao apoio de amigos e entidades de classe.
Incidente no Carnaval
Roberto Dantas Schuman de Paula foi preso perto do Circo Voador, por suposto desacato, porque contestou como foi abordado pelos policiais. O juiz afirma que os policiais estavam em um carro com os faróis apagados e buzinaram, chamando-o de maluco e mandando que saísse da rua e que ele teria questionado esta atitude. Já os agentes dizem que foram xingados pelo juiz.

Em função do episódio, haverá uma sessão de desagravo provavelmente às 17h do proximo dia 13, quarta-feira, no auditorio do foro da justica federal da Av. Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro.
Leia a íntegra da carta do juiz:
O Juiz, a Polícia e o Malandro.
Segunda-feira de carnaval, saio de casa perto das 22:00 horas para encontrar a namorada na porta do Circo Voador, na Lapa. Lá chegando, saio do táxi falando ao celular para encontrá-la. Mas não é só. Além de tênis, bermuda e camisa, usava um chapéu, desses vendidos em todos os cantos da cidade a R$ 5,00. Presente da namorada. Coisa de mulher.
Então, atravesso a rua e quase sou atropelado por um camburão com luzes e lanternas apagadas com a inscrição CORE no carro. No mesmo momento o motorista grita " Ô malandro" e eu, assustado, dou um pulo para a calçada, peço desculpas e viro as costas, continuando ao celular e andando, já na calçada.
Ai, percebo que a viatura andava ao meu lado, com três policiais de preto, ao que escuto, em alto e bom som: "Saia da rua, seu malandro e bêbado". Nesse momento, pensei: Isto não é jeito de tratar as pessoas na rua e respondi: "Não sou bêbado nem malandro; se vocês não estiverem em operação, está errado andarem com essa viatura preta e apagada, pois quase me atropelaram e vão acabar atropelando alguém!"
Oportunidade em que os homens de preto descem da viatura dizendo: "Ô malandro, tu é abusado, tá preso". Ato contínuo, diante da voz de prisão, estendo os dois braços para ser algemado. Pergunto ao mais novo dos três, que estava completamente alterado: "Qual o motivo da prisão?" Resposta: "Desacato". Pergunto novamente: "O que os senhores entendem como desacato?" Resposta: "Até a DP a gente inventa, se a gente te levar pra lá". Neste exato momento, percebendo a gravidade da situação, disse: Estou me identificando como juiz federal e minha identificação funcional está dentro da minha carteira, no bolso da bermuda. Imediatamente o policial novinho, que se identificou como André e na DP disse se chamar Cristiano meteu a mão no meu bolso, pegou a minha carteira e a colocou em um dos bolsos de sua farda preta. Então o impensável aconteceu! Disseram: "Juiz Federal é o c..., tu é malandro e vai para a caçapa do camburão.
Fui atirado na mala do camburão como bandido, algemado, porém, com o celular no bolso e os três policiais do CORE da Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro, dizendo que no máximo eu deveria ser "juiz arbitral ou de futebol". Temendo pela vida, por incrível que pareça me veio aquela frase de Dante, da sua obra "Divina Comédia": "Abandonai toda a esperança, vóis que entrais aqui". Então, sem perder as esperanças, peguei o celular do bolso mesmo algemado e liguei para a assessoria de segurança da Justiça Federal informando a situação, bem baixinho, e que não sabia se seria levado para DP, pedindo para acionar a PM e localizar a viatura do CORE que estava circulando pela Lapa comigo jogado algemado na mala.
Após a ligação, disse-lhes uma única coisa, ainda na viatura. "Vocês estão cometendo crime, ao que escutei dos três, aos risos: "juiz federal andando com esse chapéu igual a malandro. Até parece. Se você for mesmo juiz, a gente vai chamar a imprensa, pois juiz não pode andar como malandro."
Na delegacia, as gracinhas dos policiais continuaram: "Olha o chapéu do malandro". Então eu disse, já me sentindo em segurança: "Vocês querem que eu tire o chapéu e vista terno e gravata?"
O fato é que já na presença do delegado as algemas foram retiradas e, vinte minutos depois, um dos policiais de preto vem ao meu encontro e me pede: "Excelência, desculpas, nos agimos mal, podemos deixar por isso mesmo?" Respondi: "Primeiro. Não me chame de Excelência, pois até há pouco vocês me chamavam de malandro. Segundo. Não, não pode ficar por isso mesmo. Como é que vocês tratam assim as pessoas na rua, como se fossem bandidos. Terceiro. Vocês três não honram a farda que estão vestindo. Quarto. Desde a abordagem policial agi apenas como cidadão, no que fui desrespeitado e, depois de ter me identificado como juiz federal, fui mais ainda, logo, um crime de abuso de autoridade seguido de outro de desacato.
Depois do circo montado pelo próprio agente do CORE Cristiano, que ligara do interior da DP para os repórteres, de forma incessante, talvez temendo que ele e seus dois colegas de farda preta fossem presos por mim no interior da DP, decidi não fazê-lo porque em nada prejudica a instauração de procedimento administrativo na Corregedoria da Policia Civil, bem como a ação penal por abuso de autoridade e desacato, sendo desnecessário mencionar o dano à minha pessoa, como cidadão e magistrado.
Pensei, por fim: "Se como juiz federal fui ameaçado por três homens de fardas pretas com pistolas automáticas, algemado e jogado como um bandido na mala de um camburão, simplesmente por tê-los repreendido, de forma educada, como convém a qualquer pessoa de bem, o que aconteceria a um cidadão desprovido de autoridade e de conhecimento dos seus direitos?" Duas coisas são certas, de minha parte: Não permitirei nada "passar" em branco, pois são fatos sérios e graves que partiram daqueles que têm o dever de zelar pela segurança da sociedade e, no próximo carnaval, não usarei o presente da namorada, o tal "chapéu". É perigoso. Pode ser coisa de malandro.

Roberto Schuman – Cidadão e Juiz Federal no Estado do Rio de Janeiro
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É de assustar este comunicado, em forma de crônica...
Seria cômico se não fosse trágico, a forma como o juiz aborda o ocorrido!
Agora fica uma leve reflexão...
Se os réus dos vários processos que este senhor julga, se defendessem desta forma,
cercado de ironias, deboches e até mesmo cinismo, como ele agiria? Teria algum respeito?

Salve, Salve... a ORQUESTRA IMPERIAL!!!

Inicialmente um projeto para um show na extinta casa de shows Ballroom, do Rio de Janeiro, a Orquestra Imperial foi montada por Berna Ceppas e Kassin e contava ainda com Seu Jorge. Com o tempo, novos integrantes, por meio dos próprios shows iniciais da Orquestra, como Nina Becker, foram sendo adicionadas à banda. O repertório consistia em pérolas do samba e covers inusitados, como Vem Fazer Glu-glu, originalmente cantada pelo apresentador Sérgio Mallandro, e Owner of Lonely Heart, do grupo de rock progressivo Yes. Composições inéditas, como Artista é o Caralho, de Rubinho Jacobina e Gomalina, de Max Sete, foram também sendo incluídas no repertório. Há, também, ocasionalmente, a presença de um convidado no palco. Já participaram Ed Motta, Marcelo Camelo, Fernanda Abreu, Andreas Kisser, Elza Soares, dentre outros. Uma das causas do sucesso da Orquestra foi a presença de Rodrigo Amarante, guitarrista e vocalista da banda Los Hermanos, que começou a levar aos shows os fãs da banda a qual pertencia e, assim, popularizar a Orquestra no cenário alternativo. Em 2006, foi lançado um EP, homônimo, com três regravações e um tema instrumental: Me Deixa Em Paz, Obsessão, Popcorn e Sem Compromisso. No mesmo ano, o primeiro disco, Carnaval Só No Ano Que Vem, foi gravado e distribuído pela gravadora Som Livre. O trabalho conta com repertório inédito, assinado pelos integrantes da Orquestra. Ainda em 2006, aconteceu a estréia internacional, em Portugal, no Festival do Sudoeste, nos EUA, na Universidade de Montclair, em Nova Jersey e em Chicago. Participaram também da exposição sobre o Tropicalismo, no Barbican Centre, em Londres.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008