quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Pimenta nos olhos dos outros é refresco!


ESTADO DO RIO DE JANEIRO
PODER JUDICIÁRIO
PLANTÃO NOTURNO 31/01/2008
AUTORA: FEDERAÇÃO ISRAELITA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RÉU: GRÊMIO RECREATIVO E ESCOLA DE SAMBA UNIDOS DO VIRADOURO
AÇÃO: OBRIGAÇÃO DE NÃO FAZER
DECISÃO
Trata-se de ação de obrigação de não fazer com requerimento de antecipação dos efeitos
da tutela da qual pretende a autora a que a escola de samba se abstenha de exibir, em seus desfiles de carnaval, o carro alegórico que retrata cadáveres nus de vítimas do nazismo, bem como qualquer passista caracterizado como Adolf Hitler.
Da ánalise dos fatos, inclusive amplamente divulgados na imprensa oficial, e da documentação apresentada constando fotografias do referido carro alegórico, vislumbro a presença dos requesitos do fumus boni juris e do periculum in mora que autorizam a concessão em parte da medida pleiteada.
De fato, o carnaval brasileiro, especialmente na cidade maravilhosa, é evento mundialmente conhecido, esperado e transmitido através dos diversos veículos de informação dentro e fora das fronteiras do país.
Um evento de tal magnitude apesar de, em sua essência, pretender passar alegria, descontração e alertar a população sobre fatos que ocorreram e que ocorrem através dos anos, não deve ser utilizado como ferramenta de culto ao ódio, qualquer forma de racismo, além da clara banalização dos eventos bárbaros e injustificados praticados contra as minorias, especialmente cerca de 6 milhões de judeus (diga-se, muitos ainda vivos), e liderados por figura execrável chamada Adolf Hitler.
Além disso, a urgência se justifica para ambas as partes, uma vez que intimada, nesta data da presente decisão, a escola de samba ré poderá providenciar a substiuição de algumas fantasias dos passistas e proceder ao reparo no carro alegórico a fim de adequar-se ao decisum.
Impôe-se, então, a determinação de abstenção de exibição de passista caracterizado de Adolf Hitler, contudo, não há a necessidade de impedir a saída do carro alegórico, devendo-se determinar a ré a proceder a retirada apenas da parte que retrata cadáveres nus de vitimas do nazismo.
Portanto, dada a pertinência da medida requerida, e à presença, ainda que em cognição primo oculli, dos requisitos legais, o periculum in mora configurado pela data próxima ao desfile, e o fumus buri juris, evidenciado com a provável existência de um direito a ser tutelado, conforme se vê dos termos da inicial e documentos que a instruem.
Ante o exposto, DEFIRO EM PARTE a antecipação dos efeitos da tutela, para determinar a escola de samba ré que se abstenha de exibir, em seus desfiles de carnaval, qualquer passista caracterizado de Adolf Hitler bem como parte do carro alegórico que retrata cadáveres nus vitimas do nazismo, sob pena de multa no valor de R$ 50,000,00 (cinquenta mil reais) para cada passista caracterizado de Adolf Hitler e R$ 200,000,00 (duzentos mil reais) para a exibição do carro alegórico sem a referida alteração.
Intimi-se a ré para ciência e cumprimento da decisão.
Após, proceda-se à livre distribuição para uma das Varas competentes.
Juliana Kalichszteim - Juíza de Direito

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Vamos falar sobre sexo...


Mesmo banalizado nos dias atuais. Minha definição para o ato mais íntimo de um casal, algo como: "o ballet físico da alma" !!!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Precisa de ajuda?

Heath Ledger, pai de Matilda ( foto)
Ator do primeiro escalão em Hollywood...
Exausto por uma agenda de trabalho...
Usuário de medicação agressiva e perigosa no combate ao "stress"...
Mais uma "estrela" que se apaga no mundo artístico,
no qual emociona e choca ao mesmo tempo.
"Podemos ter tudo e não ter nada ao mesmo tempo!"
04/04/1979 - 22/01/2008
VOCÊ PRECISA DE AJUDA?
ESTOU AQUI PARA TE SERVIR...

domingo, 27 de janeiro de 2008

sábado, 26 de janeiro de 2008

O homem quando quer, pode ser bom...

Jovem australiana muda de tipo sangüíneo após transplante.

SYDNEY - Um milagre de um em seis bilhões. É assim que os médicos do Hospital Infantil de Westmead, na Austrália, se referem à jovem Demi-Lee Brennan, 15 anos, que mudou de grupo sangüíneo após ser submetida a um transplante de fígado quando tinha 9. Segundo especialistas que cuidam do caso, a garota teria adotado o mesmo sistema imunológico do doador, um menino de 12 anos, o que explica o fato de ela não ter sofrido qualquer rejeição ao órgão.
“Já fiz várias apresentações sobre o caso ao redor do mundo e nunca ouvi falar de nada parecido. Esse caso é extremamente insólito e incomum. Não conheço nenhum outro em que isso tenha acontecido”, assegura Michael Storm, um dos médicos responsáveis pelo tratamento da garota. “Mais do que um transplante de fígado, Brennan teve um transplante de medula óssea. A maior parte do sistema imunológico do doador também reverteu para o receptor”.
CÉLULAS-TRONCO

Demi-Lee Brennan tinha 9 anos quando fez o transplante. Na época, seu fígado já não funcionava direito. Nove meses depois do transplante, os médicos descobriram que ela tinha trocado de tipo sangüíneo (passou de O negativo para O positivo) e que o seu sistema imunológico estava igual ao do doador.

Um artigo sobre o caso foi publicado na última edição da revista científica ‘The New England Journal of Medicine’. Nele, os médicos relatam que, aparentemente, a garota mudou de tipo sangüíneo depois que as células-tronco do fígado do doador migraram para sua medula óssea. “Por mais que agradeça, nunca será o suficiente. É como se tivesse ganho uma segunda chance. É até difícil de acreditar”, afirma ela.

No Rio, o caso da menina surpreendeu especialistas do Hemorio. A chefe do serviço de hemoterapia da unidade, Ester Lopes, acredita que, após migrarem para a medula óssea da receptora, as células-tronco do fígado do doador começaram a produzir novas células sangüíneas — no caso, do mesmo tipo das do doador. “Agora, o desafio é descobrir exatamente ‘como’ e ‘quando’ isso aconteceu”, diz Ester.

Embora não saibam explicar o que aconteceu com a garota, os médicos do Hospital Infantil Westmead já cogitam a hipótese de replicar o ‘milagre’. A esperança é que a técnica venha a reduzir, num futuro não muito distante, os riscos de rejeição em transplantes. “O ‘Santo Graal’ da medicina de transplante é a imunotolerância. Brennan é um exemplo de tudo que pode acontecer”, afirma Storm.

LIVRE DE REJEIÇÃO

Coordenador do setor de transplante hepático do Hospital do Fundão, Eduardo Fernandes está confiante de que, em breve, a técnica já possa ser aplicado em outros pacientes . “Em alguns casos, o órgão transplantado traz consigo células de defesa do doador. E, em vez de interpretá-las como um ‘agressor’, o organismo do receptor as incorpora ao seu sistema imunológico. Com isso, o paciente fica livre dos imunosupressores que precisa tomar para evitar a rejeição do órgão”, afirma.
fonte: Jornal O Dia.
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Mesmo o homem tendo feito da ciência uma religião, podemos comemorar. Todo conhecimento usado para o bem, reverteria num mundo melhor para todos nós. Fica aí o questionamento e o desafio!!!

A ciência não exclui Deus.

O biólogo americano Francis Collins é um dos cientistas mais notáveis da atualidade. Diretor do Projeto Genoma, bancado pelo governo americano, foi um dos responsáveis por um feito espetacular da ciência moderna: o mapeamento do DNA humano, em 2001. Desde então, tornou-se o cientista que mais rastreou genes com vistas ao tratamento de doenças em todo o mundo. Collins também é conhecido por pertencer a uma estirpe rara, a dos cientistas cujo compromisso com a investigação do mundo natural não impede a profissão da fé religiosa. Alvo de críticas de seus colegas, cuja maioria nega a existência de Deus, Collins decidiu reagir. Ele lançou há pouco nos Estados Unidos o livro The Language of God (A Linguagem de Deus). Nas 300 páginas da obra, o biólogo conta como deixou de ser ateu para se tornar cristão aos 27 anos e narra as dificuldades que enfrentou no meio acadêmico ao revelar sua fé. "As sociedades precisam tanto da ciência como da religião. Elas não são incompatíveis, mas complementares", explica o cientista em entrevista publicada pela revista Veja, 25-1-2007.
No livro A Linguagem de Deus, o senhor conta que era um "ateu insolente" e, depois, se converteu ao cristianismo. O que o fez mudar suas convicções?
Houve um período em minha vida em que era conveniente não acreditar em Deus. Eu era jovem, e a física, a química e a matemática pareciam ter todas as respostas para os mistérios da vida. Reduzir tudo a equações era uma forma de exercer total controle sobre meu mundo. Percebi que a ciência não substitui a religião quando ingressei na faculdade de medicina. Vi pessoas sofrendo de males terríveis. Uma delas, depois de me contar sobre sua fé e como conseguia forças para lutar contra a doença, perguntou-me em que eu acreditava. Disse a ela que não acreditava em nada. Pareceu-me uma resposta vaga, uma frase feita de um cientista ingênuo que se achava capaz de tirar conclusões sobre um assunto tão profundo e negar a evidência de que existe algo maior do que equações. Eu tinha 27 anos. Não passava de um rapaz insolente. Estava negando a possibilidade de haver algo capaz de explicar questões para as quais nunca encontramos respostas, mas que movem o mundo e fazem as pessoas superar desafios.
Que questões são essas para as quais não encontramos respostas?

Falo de questões filosóficas que transcendem a ciência, que fazem parte da existência humana. Os cientistas que se dizem ateus têm uma visão empobrecida sobre perguntas que todos nós, seres humanos, nos fazemos todos os dias. "O que acontece depois da morte?" ou "Qual é o motivo de eu estar aqui?". Não é certo negar aos seres humanos o direito de acreditar que a vida não é um simples episódio da natureza, explicado cientificamente e sem um sentido maior. Esse lado filosófico da fé, na minha opinião, é uma das facetas mais importantes da religião. A busca por Deus sempre esteve presente na história e foi necessária para o progresso. Civilizações que tentaram suprimir a fé e justificar a vida exclusivamente por meio da ciência – como, recentemente, a União Soviética de Stalin e a China de Mao – falharam. Precisamos da ciência para entender o mundo e usar esse conhecimento para melhorar as condições humanas. Mas a ciência deve permanecer em silêncio nos assuntos espirituais.

A maioria dos cientistas argumenta que a crença em Deus é irracional e incompatível com as descobertas científicas. O zoólogo Richard Dawkins, com quem o senhor trava um embate filosófico sobre o tema, diz que a religião é a válvula de escape do homem, o vírus da mente. Como o senhor responde a isso?

Essa perspectiva de Dawkins é cheia de presunção. Eu acredito que o ateísmo é a mais irracional das escolhas. Os cientistas ateus, que acreditam apenas na teoria da evolução e negam todo o resto, sofrem de excesso de confiança. Na visão desses cientistas, hoje adquirimos tanta sabedoria a respeito da evolução e de como a vida se formou que simplesmente não precisamos mais de Deus. O que deve ficar claro é que as sociedades necessitam tanto da religião como da ciência. Elas não são incompatíveis, mas sim complementares. A ciência investiga o mundo natural. Deus pertence a outra esfera. Deus está fora do mundo natural. Usar as ferramentas da ciência para discutir religião é uma atitude imprópria e equivocada. No ano passado foram lançados vários livros de cientistas renomados, como Dawkins, Daniel Dennett e Sam Harris, que atacam a religião sem nenhum propósito. É uma ofensa àqueles que têm fé e respeitam a ciência. Em vez de blasfemarem, esses cientistas deveriam trabalhar para elucidar os mistérios que ainda existem. É o que nos cabe.

O senhor afirma que as sociedades precisam da religião, mas como justificar as barbaridades cometidas em nome de Deus através da história?

Apesar de tudo o que já aconteceu, coisas maravilhosas foram feitas em nome da religião. Pense em Madre Teresa de Calcutá ou em William Wilberforce, o cristão inglês que passou a vida lutando contra a escravatura. O problema é que a água pura da fé religiosa circula nas veias defeituosas e enferrujadas dos seres humanos, o que às vezes a torna turva. Isso não significa que os princípios estejam errados, apenas que determinadas pessoas usam esses princípios de forma inadequada para justificar suas ações. A religião é um veículo da fé – essa, sim, imprescindível para a humanidade.

O senhor diz que a ciência e a religião convergem, mas devem ser tratadas separadamente. Como vê o movimento do "design inteligente", em que cientistas usam a religião para explicar fatos da natureza que permanecem um mistério para a ciência?

Essa abordagem é um grande erro. Os cientistas não podem cair na armadilha a que chamo de "lacuna divina". Lamento que o movimento do design inteligente tenha caído nessa cilada ao usar o argumento de que a evolução não explica estruturas tão complicadas como as células ou o olho humano. É dever de todos os cientistas, inclusive dos que têm fé, tentar encontrar explicações racionais para tudo o que existe. Todos os sistemas complexos citados pelo design inteligente – o mais citado é o "bacterial flagellum", um pequeno motor externo que permite à bactéria se mover nos líquidos – são um conjunto de trinta proteínas. Podemos juntar artificialmente essas trinta proteínas, que nada vai acontecer. Isso porque esses mecanismos se formaram gradualmente através do recrutamento de outros componentes. No curso de longos períodos de tempo, as máquinas moleculares se desenvolveram por meio do processo que Darwin vislumbrou, ou seja, a evolução.

Qual a sua leitura da Bíblia?

Santo Agostinho, no ano 400, alertou para o perigo de se achar que a interpretação que cada um de nós dá à Bíblia é a única correta, mas a advertência foi logo esquecida. Agostinho já dizia que não há como saber exatamente o que significam os seis dias da criação. Um exemplo de que uma interpretação unilateral da Bíblia é equivocada é que há duas histórias sobre a criação no livro do Gênesis 1 e 2 – e elas são discordantes. Isso deixa claro que esses textos não foram concebidos como um livro científico, mas para nos ensinar sobre a natureza divina e nossa relação com Ele. Muitas pessoas que crêem em Deus foram levadas a acreditar que, se não levarmos ao pé da letra todas as passagens da Bíblia, perderemos nossa fé e deixaremos de acreditar que Cristo morreu e ressuscitou. Mas ninguém pode afirmar que a Terra tem menos de 10 000 anos a não ser que se rejeitem todas as descobertas fundamentais da geologia, da cosmologia, da física, da química e da biologia.

O senhor acredita na Ressurreição?

Sim. Também acredito na Virgem Maria e em milagres.

Não é uma contradição que um cientista acredite em dogmas e milagres?

A questão dos milagres está relacionada à forma como se acredita em Deus. Se uma pessoa crê e reconhece que Ele estabeleceu as leis da natureza e está pelo menos em parte fora dessa natureza, então é totalmente aceitável que esse Deus seja capaz de intervir no mundo natural. Isso pode aparecer como um milagre, que seria uma suspensão temporária ou um adiamento das leis que Deus criou. Eu não acredito que Deus faça isso com freqüência – nunca testemunhei algo que possa classificar como um milagre. Se Deus quis mandar uma mensagem para este mundo na figura de seu filho, por meio da Ressurreição e da Virgem Maria, e a isso chamam milagre, não vejo motivo para colocar esses dogmas como um desafio para a ciência. Quem é cristão acredita nesses dogmas – ou então não é cristão. Faz parte do jogo.

É possível acreditar nas teorias de Darwin e em Deus ao mesmo tempo?

Com certeza. Se no começo dos tempos Deus escolheu usar o mecanismo da evolução para criar a diversidade de vida que existe no planeta, para produzir criaturas que à sua imagem tenham livre-arbítrio, alma e capacidade de discernir entre o bem e o mal, quem somos nós para dizer que ele não deveria ter criado o mundo dessa forma?

Alguns cientistas afirmam que a religião e certas características ligadas à crença em Deus, como o altruísmo, são ferramentas inerentes ao ser humano para garantir a evolução e a sobrevivência. O senhor concorda?

Esses argumentos podem parecer plausíveis, mas não há provas de que o altruísmo seja uma característica do ser humano que permite sua sobrevivência e seu progresso, como sugerem os evolucionistas. Eles querem justificar tudo por meio da ciência, e isso acaba sendo usado para difundir o ateísmo.

Mas o altruísmo é visto hoje pela genética do comportamento como uma característica herdada pelos genes, assim como a inteligência. O senhor, como geneticista, discorda da genética comportamental?

Há muitas teorias interessantes nessa área, mas são insuficientes para explicar os nobres atos altruístas que admiramos. O recado da evolução para cada um de nós é propagar o nosso DNA e tudo o que está contido nele. É a nossa missão no planeta. Mas não é assim, de forma tão lógica, que entendo o mundo, muito menos o altruísmo e a religiosidade. Penso em Oskar Schindler, que se sacrificou por um longo período para salvar judeus, e não pessoas de sua própria fé. Por que coisas desse tipo acontecem? Se estou caminhando à beira de um rio, vejo uma pessoa se afogar e decido ajudá-la mesmo pondo em risco a minha vida, de onde vem esse impulso? Nada na teoria da evolução pode explicar a noção de certo e errado, a moral, que parece ser exclusiva da espécie humana.

Muitas religiões são contrárias ao uso de técnicas científicas que poderiam salvar vidas, como a do uso de células-tronco. Como o senhor se posiciona nessa polêmica?

Temos de ser sensíveis e respeitar as diferentes religiões no que diz respeito aos avanços científicos. Mas interromper as pesquisas científicas ou impedir que uma pessoa com uma doença terrível tenha uma vida melhor só porque a religião não aceita determinado tratamento é antiético. Por outro lado, existem fronteiras que a ciência não deve transpor, como a clonagem humana, que além de tudo não serviria para nada a não ser para nos repugnar. Cada caso tem de ser avaliado isoladamente.
Os geneticistas são muitas vezes acusados de brincar de Deus. Como o senhor encara essas críticas?
Se todos brincássemos de Deus como Deus gostaria, com esperança e amor, ninguém se abateria muito com comentários do gênero. Mas somos seres humanos e temos propensão ao egoísmo e aos julgamentos equivocados. O importante é não reagir de forma exagerada à perspectiva de que as pessoas possam vir a fazer mau uso das descobertas da genética, mas sim focar o lado bom dessa "brincadeira". A maior parte das pesquisas genéticas busca a cura de doenças como câncer, problemas cardíacos, esquizofrenia. São objetivos louváveis. Para evitar o uso impróprio da ciência, o Projeto Genoma Humano apóia um programa que visa a preservar a ética nas pesquisas genéticas e certificar-se de que todas as nossas descobertas beneficiarão as pessoas e a sociedade.
O que esperar das pesquisas genéticas no futuro?
Nos próximos dois ou três anos vamos descobrir os fatores genéticos que criam a propensão ao câncer, ao diabetes e às doenças cardiovasculares. Isso possibilitará que as pessoas saibam que provavelmente vão desenvolver esses males e tomem medidas preventivas contra eles, com a ajuda do médico. Mais à frente, as descobertas das relações entre o genoma e as doenças farão com que os tratamentos e os remédios sejam personalizados, tornando-os mais eficientes e com menos efeitos colaterais.
O senhor acredita que Deus ouve suas preces e as atende?
Eu nunca ouvi Deus falar. Algumas pessoas ouviram. Não acredito que rezar seja um caminho para manipular as intenções de Deus. Rezar é uma forma de entrarmos em contato com Ele. Nesse processo, aprendemos coisas sobre nós mesmos e sobre nossas motivações.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Trilha sonora do passado recente...

Elvis Presley - i´ll remember you
Scott Mckenzie - San Francisco
The Beatles - all my loving / we can work it out
ABBA - dancing queen
The Beach Boys - wouldn´t it be nice
The 5th Dimenson - Aquarious/Let the sunshine in
The mamas and papas - california dreamin
B.J Thomas - raindrops keep falling on my head
Lynyrd Skynrd - sweet home Alabama
The Beach Boys - wouldn´t it be nice
Skyliners - since i don´t have you

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Goodbye for now

Ainda posso ver a luz no fim do túnel brilhar
Através de tempos sombrios, mesmo quando perco acabeça.
Mas parece que ninguém no mundo está ouvindo,
E eu não posso ver até tomar as decisões certas.
Continuo preso no mesmo labirinto, continuo preso nosmesmos caminhosEstou perdendo tempo nestes dias estranhosMas de alguma forma eu sempre sei as coisas certas a dizer.


Eu não sei que horas são, ou quem devo culpar por isto
Eu acredito no que eu não vejoE como você pode saber de que jeito o vento sopra?Por que eu posso sentir isto tudo ao redor
E eu estou perdido entre o som.
E exatamente quando eu acho que sei, por lá ela vai Adeus por enquanto
Adeus por enquanto
Eu não sou do tipo de dizer "eu avisei"Adeus por enquanto
Acho que a parte mais difícil de esperar é deixar ir
Quando nós iremos cantar uma nova canção? Uma nova canção?...

Eu continuo a sorrir a medida que o dia passa
E por que razões ninguém nunca sabe as razões porque?
Jogue isto na abismo, tão longe que você não possaver
Se você é como eu, que veste um coração quebrado nopeito
Dores e gemidos que você conhece tão bemMesmo quando não, não pode, ou apenas irá dizer
Eu não sou do tipo de dizer "eu avisei"Acho que a parte mais difícil de esperar é deixar ir...

E você pode cantar até não haver mais canção alguma
E você pode gritar até o mundo ficar surdo
Por toda qualquer palavra deixada sem ser dita,
Você deveria levar tempo para ler os sinaise ver o que isto significava
Em alguns caminhos todos se sentem sós
Mas se um fardo é meu eu posso carregar sozinho
Se a alegria realmente vem pela manhã,
Eu irei me sentar e esperar pelo próximo nascer do sol...

(tradução-goodbye for now/P.O.D)

EXPRESSÃO


Qual é a sua expressão?



TOLERÂNCIA...RESPEITO...COMPREENSÃO


PRECISAMOS NOS MATAR HOJE?

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Walk On: A jornada espiritual do U2.

Uma das vozes mais ouvidas no mundo, em questões de fé e ativismo social é, também, a voz da maior banda de rock do planeta. Mesmo sem nenhum estereótipo religioso, são grandemente influenciados pela Bíblia e, a sua fé é o combustível fundamental para suas vidas e trabalho. Bem-vindo à dicotomia do U2, sem dúvida, a maior banda de rock do planeta.

Walk On - A jornada espiritual do U2 explora as questões e as controvérsias geradas pelo profundo enraizamento dos temas espirituais existentes nas músicas do grupo. Esse livro é um guia espiritual para os álbuns da banda. Ele expõe o significado verdadeiro por trás de muitas das suas músicas e performances.

Desde o início da banda, no Shalom Christian Fellowship, em Dublin, até seu aparente renascimento, nos últimos álbuns, o livro traz à luz as lutas e os triunfos dos membros da banda e sua fé cristã. Como eles conseguiram mantê-la tão vibrante diante das luzes dos palcos mundiais? Será que eles já encontraram o que sempre buscaram? Por que a igreja se afastou deles?

Junte-se ao autor, Steve Stockman, numa leitura de mais de vinte anos de entrevistas, análises e insights em uma busca, sem precedentes, pelas respostas que todos querem ter.
Walk On: A jornada espiritual do U2.
Steven Stockman
W4 Editora

O Evangelho segundo Os Simpsons.

A vida espiritual da família mais divertida do mundo.

Os Simpsons, desenho assistido por mais de 18 milhões de telespectadores semanais só nos estados Unidos, já faz parte da cultura americana, tanto que a marca registrada de Homer Simpsons "Doh" foi adicionada ao dicionário Oxford da língua inglesa.
O desenho é uma afirmação vigorosa da vida, uma crítica social em horário nobre, o que de melhor podemos esperar de um grande desenho de Tv.
Mark Pinsky diz que quando começou a assistir Os Simpsons, com seus dois filhos, ele ficava surpreso com o papel central que a fé tinha nas vidas dos personagens. Os teológos concordam que Os Simpsons é "maneira mais consistente e inteligente de falar de religião na televisão".
A mensagem consistente do desenho e a fé são as únicas defesas confiáveis contra a dificuldade da vida moderna.
Pinsky fala de assuntos teológicos complexos, como a natureza da alma, dilemas morais, que são frequentemente tratados na série. Deus, ele mesmo, aparece em vários episódios, céu e inferno, a bíblia e a oração também figuram na vida da família Simpsons.
"DENTES PERFEITOS, PERFUMADO, SEMPRE AGE COM CLASSE", este é Homer Simpson descrevendo à Deus após receber uma visita sobrenatural.
Você irá surpreender-se coma leitura deste livro, no qual o autor faz uma reflexão à respeito do papel da religião na vida dos personagens de Os Simpsons. Mark Pinsky, através de uma análise dos episódios do programa, mostra com humor como cada personagem vive sua fé e espiritualidade, influenciando, ao contrário do que pensa a maioria, positivamente os telespectadores. Divirta-se!

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O EVANGELHO SEGUNDO OS SIMPSONS.

EDITORA: FONTE EDITORIAL

ESCRITOR: MARK I. PINSKY

Onde estão os jovens? Parte 2

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