sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Ladrão é assaltado e reclama da falta de policiamento!


Preso após praticar dois furtos e um roubo na periferia de Maringá, no Paraná, Jorge Mello Júnior, 19 anos, reclamou da criminalidade na cidade. O desabafo foi feito após Júnior denunciar que foi assaltado depois de praticar um dos furtos. "Maringá está muito violenta. Precisa de mais policia nas ruas". afirmou o rapaz, indignado com a falta de respeito dos colegas assaltantes. Júnior foi preso após invadir três casas na zona norte da cidade. Levado à delegacia, ele explicou que outra carteira e um celular que ele havia furtado de uma das vítimas haviam sido roubados por uma gangue do bairro. E não ficou por aí. Indignado, Júnior reclamou da violência."Vim de São Paulo (SP) há quatro meses e, logo no meu primeiro assalto, sou assaltado". esbravejou.
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Jorge você ainda teve muita sorte. Porque lá em Brasília todo mundo assalta todo mundo. Terra sem lei, sem ordem e sem justiça. Eu se fosse você não chegava perto!!! Poderia ter voltado sem as calças...

Como diria Cap Nascimento: Governador você é um fanfarrão!


Cesar Maia ironiza declaração de Cabral sobre aborto: 'Não é para levar a sério, governador'O Globo Online; O Globo Reuters/Brasil Online
RIO - O prefeito do Rio, Cesar Maia, ironizou nesta quinta-feira, em seu blog, as declarações do governador Sérgio Cabral, que defendeu a legalização do aborto como forma de reduzir a violência no país, baseado na teoria dos autores de "Freakonomics", livro dos americanos Steven Levitt e Stephen J. Dubner, que relaciona natalidade, pobreza e violência.

"A correlação com o aborto é uma alegoria usada no Freaknomics, que se não tratar de correlações inusitadas, não vende o livro. Não é para levar a sério, governador", diz Cesar Maia.

Nesta quarta-feira, Cabral afirmou que o índice de natalidade nos bairros de classe média e alta do Rio possuem padrão "europeu", enquanto as periferias e favelas possuem níveis "africanos".
- Se você for à Lagoa e ao Méier, vai encontrar taxas de natalidade de um país civilizado, desenvolvido. Infelizmente, nas comunidades mais carentes do Rio, as mulheres não conseguem uma orientação em termos de planejamento familiar e têm uma relação mãe-filho com taxas de países da África e da Ásia. Há dois "Brasis" - afirmou governador.

Cabral disse que é preciso oferecer às mulheres, sejam elas de comunidades carentes ou não, condições de interromper a gravidez indesejada. O governador ainda afirmou que embora não seja favorável ao aborto, ele é um direto das mulheres, e citou países onde o procedimento é permitido.

- O aborto é um direito. Não sou a favor do aborto, mas a mulher tem o direito à interrupção de uma gravidez indesejada. Em Portugal, na Espanha, nos EUA, no Japão, é assim. Por que, no Brasil, não pode ser assim? - indagou o governador.

O governador explicou que o estudo do economista mostrou que a permissão do aborto nos EUA, a partir dos anos 70, fez com que as mulheres tivessem acesso à rede pública.
- Não é uma questão ideológica. Eu quero que as redes pública e privada sejam legalizadas para aprovar o aborto. Não tem nada a ver com a mais rica ou a mais pobre - disse Cabral. Chico Alencar diz que Cabral aproxima-se de pensamento nazi-facista
O líder do PSOL na Câmara, Chico Alencar (RJ), criticou a teoria defendida por Cabral. Alencar classificou como nazi-fascista e racista o fato de o governador ter afirmado que, enquanto a Zona Sul do Rio tem um padrão de natalidade sueco, a Rocinha, com um padrão "Zâmbia, Gabão", "é uma fábrica de produzir marginal".

- Opor "padrão Suécia" contra "padrão Zâmbia" é eurocentrismo neocolonialista. Defender aborto como meio de controle da natalidade dos pobres, por serem estes potenciais criminosos, é justificar políticas de extermínio, inclusive na segurança pública - afirmou Alencar.

O deputado ainda acusou o governador de ter ofendido as mulheres de comunidades carentes.
- É uma ofensa às mulheres da Rocinha e de todas as comunidades pobres. Direito à saúde é direito à informação sobre contraceptivos, é direito ao planejamento familiar consciente, é direito à assistência pré-natal, é direito à maternidade, à creche, à educação infantil: a tudo o que os moradores do Leblon e da Suécia têm, e outros não, mas não pelo "crime" de terem nascido - reclamou Chico Alencar.
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Governador com todo respeito...mas o senhor é um fanfarrão!
Não vou questionar a prática do aborto, mas lanço apenas questionamentos sociais e inerentes a causa:
Como ter uma política pública de aborto, se os hospitais agonizam?
Onde estão as políticas públicas de prevenção a gravidez, juntamente com a educação sexual nas comunidades mais carentes?
Se fosse o fictício capitão aqui perguntando, a resposta estaria na ponta da língua, as políticas públicas de prenvenção estão no...CENSURADO he he he

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Samba da Eulália


De onde vem, de onde vem
Aquela bela formosa mulher
Que faz a zona sul aplaudir de pé

Passos largos e passos rápidos
Em mais uma esquina
Várias ruas em volta, ruas em Copa

Irônica e irreverente
Faz do samba uma brincadeira
Uma canção atraente

Sua pele rosada e seu sorriso
Transforma tudo em magnífico
Numa roda de conversa
Mais um copo, mais uma cerva


Ah como é lindo ver
Como é bom ter você
No intenso sol do Rio
Na areia e no mar
És tu a poesia da praia

De onde vem, de onde vem
Aquela agonia numa nostalgia
É Eulália do sorriso da alegria






quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Os 10 mandamentos do Comando Vermelho

1- Não negar à Patria.
2- Não cobiçar a mulher do Próximo.
3- Não conspirar.
4- Não acusar em vão.
5- Fortalecer os caídos.
6- Orientar os mais novos.
7- Eliminar nossos inimigos.
8- Dizer a verdade mesmo que custe a vida.
9- Não caguetar.
10- Ser coletivo.

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Pois é, o crime organizado no Brasil possui até um código de ética e moralidade.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Onde estão os jovens?

video

Versos do Chico...



Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contra-mão atrapalhando o sábado
Por esse pão pra comer, por esse chão prá dormir
A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir
Por me deixar respirar, por me deixar existir,
Deus lhe pague
Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir
Pela fumaça e a desgraça, que a gente tem que tossir
Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair,
Deus lhe pague Pela mulher carpideira pra nos louvar e
cuspir
E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir
E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir,
Deus lhe pague


Ao mestre com carinho...




"Olho em redor do bar em que escrevo estas linhas. Aquele homem ali no balcão, caninha após caninha, nem desconfia que se acha conosco desde o início das eras. Pensa que está somente afogando problemas dele, João Silva... Ele está é bebendo a milenar inquietação do mundo!"
Mário Quintana