Brigitte Bardot - Ne me laisse pas l´ameir
Sophia Loren - Zoo be zoo be zoo
Carla Bruni - Quelqu´un m´a dit
Blondie - Heart of glass
Nina Simone - Feeling good
Ella Fitzgerald - Summertime
- Quero roubar um beijo da Norah Jones! (vale o trocadilho)
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
É preciso ter fé!
“Ó Deus das Segundas Oportunidades e dos Novos Começos. Aqui estou eu mais uma vez...”
(Nancy Spiegelberg)
Esta era a mensagem em algumas bases missionárias. Na nossa, ela também estava presente. Depois daquela época, só me deparei com esta citação em um livro. E hoje, acordei com uma saudade imensa de ouvir esta mensagem. Uma esperança, né?
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Catcher in the rye!
Minha música favorita do álbum "Chinese Democracy", em mais uma versão rara ao vivo!
Em: 07/11/2012 Hard Rock Cassino Hotel - Las Vegas - Apetitte For Democracy Residency.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Falou e disse, Black Alien!
RIO - Fantasma. Falta de inspiração. Chuva. Morte. Drogas. Esses foram os responsáveis por afastar Black Alien do mainstream.
“Por ideologia”, como disse em conversa por telefone com O GLOBO, o
rapper se recusou a participar da turnê de reunião de sua ex-banda, o
Planet Hemp, que roda o Brasil desde setembro. Mas o niteroiense de 40
anos está de volta, com disco novo — o lançamento está previsto para
março — e retorno aos palcos já neste sábado, na festa Luv 4 anos, na
Estação Leopoldina. Na última semana, ele publicou no YouTube a canção
inédita “Pra quem a carapuça caiba”, que já ultrapassou as 18 mil
visualizações.
Por que você levou oito anos para lançar o segundo disco solo, “Babylon by Gus, volume 2”?
Não
tive nada para falar de 2004 até 2009, quando fui gravar em São Paulo.
Foram 44 dias de chuva ininterruptos. Ainda apareceu um fantasma no
estúdio e assombrou o Alexandre Basa, meu produtor. Era o espírito de
uma menina que se matou naquela casa após ser deixada no altar pelo
noivo. Chamaram um padre, que mandou o espírito para a luz. Na mesma
semana, o Speed (o rapper Cláudio Márcio de Souza Santos) morreu. Voltei para o Rio, meio atordoado. Só agora consegui me ajeitar.
Quais são suas inspirações?
Deus, a família e os tempos que estamos vivendo. Comecei a anotar coisas sobre as eleições brasileiras e as gringas. E sobre as profecias que se concretizaram.
Você já foi parceiro de nomes como Herbert Vianna e Bi Ribeiro. Pretende convidar alguém para o álbum?
As letras são todas minhas. Serão de 12 a 14 faixas, com dois reggaes, mas é mais rap mesmo. Vou convidar cantores e MCs como Ogi, Flora Matos, Kamau e Gabriel O Pensador.
E os shows?
A turnê começa em março, mas tenho alguns shows marcados de agora até janeiro.
“Pra quem a carapuça caiba” tem menções às drogas. Qual sua relação com elas atualmente?
Fiquei cinco meses em reabilitação. Agora estou ótimo. Consegui me livrar de tudo, menos do tabaco. Venho tentando reverter a mensagem que estava mandando antes, se é que você me entende. A minha opinião sobre as drogas no disco 1 era "não use" através de metáforas. No 2, meu discurso é “pelo amor de Deus, seja homem e não use”. Continuo dizendo não a qualquer tipo de droga, inclusive as liberadas: o café, o tabaco, o álcool e o Rivotril. O fato de minha mulher estar grávida contribuiu para eu me retirar, descansar e reavaliar os meus valores.
Por que você não está participando da turnê de reunião do Planet Hemp?
Por ideologia. Eles não estão levantando uma bandeira? Eu não levanto bandeira nenhuma. Não quero meu nome associado a isso. Primeiro, existe uma redundância gramatical: “Legalize já, uma erva natural não pode te prejudicar”. Uma erva já é natural. Em português já está errado, confere? E “não pode te prejudicar" como, se fui preso? Eu tenho 40 anos. Na época do Planet, tinha 23. E me prejudicou. Conquistei minha carreira com muita dificuldade, com um público entre 800 e 2500 pessoas. A de "não sei quem" é de 20 mil pessoas. Mas graças a Deus não estou passando fome. Pude parar, refletir... Não tenho do que reclamar da vida, nem quero causar discórdia, arrumar polêmica.
Não existe chance de você participar de algum show?
Não vou participar de nada. Não é isso o que eu quero para os jovens. Não é questão de “não faça o que eu faço; faça o que eu digo”. É uma questão de realmente não acreditar mais nisso. Está errado. Se eu escrevesse sobre coisas em que não acredito, teria outra profissão. O poeta é bobão, ele escreve por ideologia, não quer saber de grana. Eu sou esse cara aí.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/black-alien-deixa-para-tras-fantasmas-drogas-6646862#ixzz2BeSVquLk
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Deus, a família e os tempos que estamos vivendo. Comecei a anotar coisas sobre as eleições brasileiras e as gringas. E sobre as profecias que se concretizaram.
Você já foi parceiro de nomes como Herbert Vianna e Bi Ribeiro. Pretende convidar alguém para o álbum?
As letras são todas minhas. Serão de 12 a 14 faixas, com dois reggaes, mas é mais rap mesmo. Vou convidar cantores e MCs como Ogi, Flora Matos, Kamau e Gabriel O Pensador.
E os shows?
A turnê começa em março, mas tenho alguns shows marcados de agora até janeiro.
“Pra quem a carapuça caiba” tem menções às drogas. Qual sua relação com elas atualmente?
Fiquei cinco meses em reabilitação. Agora estou ótimo. Consegui me livrar de tudo, menos do tabaco. Venho tentando reverter a mensagem que estava mandando antes, se é que você me entende. A minha opinião sobre as drogas no disco 1 era "não use" através de metáforas. No 2, meu discurso é “pelo amor de Deus, seja homem e não use”. Continuo dizendo não a qualquer tipo de droga, inclusive as liberadas: o café, o tabaco, o álcool e o Rivotril. O fato de minha mulher estar grávida contribuiu para eu me retirar, descansar e reavaliar os meus valores.
Por que você não está participando da turnê de reunião do Planet Hemp?
Por ideologia. Eles não estão levantando uma bandeira? Eu não levanto bandeira nenhuma. Não quero meu nome associado a isso. Primeiro, existe uma redundância gramatical: “Legalize já, uma erva natural não pode te prejudicar”. Uma erva já é natural. Em português já está errado, confere? E “não pode te prejudicar" como, se fui preso? Eu tenho 40 anos. Na época do Planet, tinha 23. E me prejudicou. Conquistei minha carreira com muita dificuldade, com um público entre 800 e 2500 pessoas. A de "não sei quem" é de 20 mil pessoas. Mas graças a Deus não estou passando fome. Pude parar, refletir... Não tenho do que reclamar da vida, nem quero causar discórdia, arrumar polêmica.
Não existe chance de você participar de algum show?
Não vou participar de nada. Não é isso o que eu quero para os jovens. Não é questão de “não faça o que eu faço; faça o que eu digo”. É uma questão de realmente não acreditar mais nisso. Está errado. Se eu escrevesse sobre coisas em que não acredito, teria outra profissão. O poeta é bobão, ele escreve por ideologia, não quer saber de grana. Eu sou esse cara aí.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/black-alien-deixa-para-tras-fantasmas-drogas-6646862#ixzz2BeSVquLk
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Fonte: Jornal O Globo
Foto: Reprodução/Internet
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Arte Contemporânea,
Profetas Contemporâneos
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Vendas de Lady Gaga e Madonna até agora decepcionam!
Circula pela imprensa carioca um burburinho um tanto inusitado, trata-se da fraca venda de ingressos para os shows de Lady Gaga e Madonna. Lady Gaga que se apresenta na cidade maravilhosa no dia 9 de novembro, no parque dos atletas (Barra da Tijuca), teria vendido até o momento apenas 14 mil ingressos.
Já Madonna, se apresentará apenas no dia 2 de dezembro, o que de certa forma mantém o otimismo dos produtores do evento. O show já tem 15 mil ingressos vendidos e as vendas continuam até a data marcada. O frenesi pela criadora e criatura parece ter esfriado em terras tupiniquins!
A cidade de São Paulo também demonstra certa timidez nas vendas, e os ingressos também andam encalhados devido a proporção do tamanho da população na capital paulistana e o poder aquisitivo. O que pode sinalizar uma nova era em estratégia de marketing para shows deste porte. No Rio, tapando o sol com a peneira, para a Lady Gaga, a partir de agora, uma promoção foi convocada, compre um e leve outro (é isso mesmo!).
Ainda não há um posição oficial por parte da assessoria de imprensa da Time For Fun para esta parcial das vendas de ingressos.
Enquanto isto, na família Medina.
O Rock In Rio por sua vez ri a toa... Amparado por um grande investidor (Eike Batista) e vários patrocínios pontuais. O festival conta também com a cobertura do evento pela rede Globo, o que torna mais evidente o apelo para o evento em si. A pré-venda dos cartões que darão acesso aos shows, esgotou-se em 54 minutos com apenas 3 grandes atrações confirmadas. Isto porque, a organização reduziu a capacidade de 100 para 85 mil pessoas para a edição de 2013!
A equação sobre a teoria do dia.
Então, um dia é:
(a) mais um dia.
(b) menos um dia.
(c) tanto faz, depende.
(d) todas as opções acima!
As estações vão e voltam, e assim o ano começa e termina. De domingo a domingo, o dia com as suas 24 horas, 1.440 minutos e 86.400 segundos. Para uns termina cedo demais, e para outros tarde demais. O paradoxo do tempo! Subtraindo e somando, como é a conta da vida?
(a) mais um dia.
(b) menos um dia.
(c) tanto faz, depende.
(d) todas as opções acima!
As estações vão e voltam, e assim o ano começa e termina. De domingo a domingo, o dia com as suas 24 horas, 1.440 minutos e 86.400 segundos. Para uns termina cedo demais, e para outros tarde demais. O paradoxo do tempo! Subtraindo e somando, como é a conta da vida?
domingo, 4 de novembro de 2012
A Vertigem do Supremo.
A tese do mensalão como um dos maiores crimes de corrupção da
história do País foi consagrada no STF. Veja-se o que disse, por
exemplo, o presidente do tribunal, ministro Ayres Britto, ao condenar
José Dirceu como o chefe da “quadrilha dos mensaleiros”: o mensalão foi
“um projeto de poder”, “que vai muito além de um quadriênio
quadruplicado”. Foi “continuísmo governamental”; “golpe, portanto”. Em
outro voto, que postou no site do tribunal dias antes, Britto disse que o
mensalão envolveu “crimes em quantidades enlouquecidas”, “volumosas
somas de recursos financeiros e interesses conversíveis em pecúnia”,
pessoas jurídicas tais como “a União Federal pela sua Câmara dos
Deputados, Banco do Brasil–Visanet, Banco Central da República”.
Britto, data venia, é um poeta. Na sua caracterização do mensalão
como um crime gigante, um golpe na República, o que ele chama de Banco
do Brasil–Visanet, por exemplo? É uma nova entidade financeira? Banco do
Brasil (BB) a gente sabe o que é: é aquele banco estatal que os
liberais queriam transformar em Banco Brasil, assim como quiseram
transformar a Petrobras em Petrobrax, porque achavam ser necessário,
pelo menos por palavras, nos integrarmos ao mundo financeiro
globalizado.
De fato, Visanet é o nome fantasia da Companhia Brasileira de Meios
de Pagamento (CBMP), responsável, no Brasil, pelos cartões emitidos com a
chamada bandeira Visa (hoje o nome fantasia mudou, é Cielo). Banco do
Brasil–Visanet não existia, nem existe; é uma entidade criada pelo
ministro Britto. E por que, como disse no voto citado, ele a colocou
junto com os mais altos poderes do País – a União, a Câmara dos
Deputados e o Banco Central da República? Com certeza porque, como a
maioria do STF, num surto anticorrupção tão ruim quanto os piores
presenciados na história política do País, viu, num suposto escândalo
Banco do Brasil–Visanet, uma espécie de revelação divina. Ele seria a
chave para transformar num delito de proporções inéditas o esquema de
distribuição, a políticos associados e colaboradores do PT, de cerca de
50 milhões de reais tomados de empréstimo, de dois bancos mineiros, pelo
partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No dia 13 de julho de 2005, menos de um mês depois de o escândalo do
mensalão ter surgido, com as denúncias do então deputado Roberto
Jefferson, a Polícia Federal descobriu, no arquivo central do Banco
Rural, em Belo Horizonte, todos os recibos da dinheirama distribuída.
Delúbio Soares, tesoureiro do PT, e Marcos Valério, um empresário de
publicidade mineiro, principais operadores da distribuição, contaram sua
história logo depois. E não só eles como mais algumas dezenas de
pessoas, também envolvidas no escândalo de alguma forma, foram chamados a
depor em dezenas de inquéritos policiais e nas três comissões
parlamentares de inquérito que o Congresso organizou para deslindar a
trama.
Todos disseram que se tratava do famoso caixa dois, dinheiro para o
pagamento de campanhas eleitorais, passadas e futuras. Como dizemos,
desde 2005, tratava-se de uma tese razoável. Por que razoável, apenas?
Porque as teses, mesmo as melhores, nunca conseguem juntar todos os
fatos e sempre deixam alguns de lado. A do caixa dois é razoável. O
próprio STF absolveu o publicitário Duda Mendonça, sua sócia Zilmar
Fernandes e vários petistas, que receberam a maior parte do dinheiro do
chamado valerioduto, porque, a despeito de proclamar que esse escândalo é
o maior de todos, a corte reconheceu tratar-se, no caso das pessoas
citadas, de dinheiro para campanhas eleitorais. E a tese do caixa dois é
apenas razoável, como dissemos também, porque fatos ficam de fora.
É sabido, por exemplo, que, dos 4 milhões de reais recebidos pelo
denunciante Roberto Jefferson – que jura ser o dinheiro dele caixa dois e
o dos outros, mensalão –, uma parte (modesta, é verdade) foi para uma
jovem amiga de um velho dirigente político ligado ao próprio Jefferson e
falecido pouco antes. Qualquer criança relativamente esperta suporia
também que os banqueiros não emprestaram dinheiro ao PT porque são
altruístas e teria de se perguntar por que o partido repassou dinheiro a
PTB, PL e PP, aliados novos, e não a PSB e PCdoB, aliados mais fiéis e
antigos. Um arguto repórter da Folha de S.Paulo, num debate recente
sobre o escândalo, com a participação de Retrato do Brasil, disse que
dinheiro de caixa dois é assim mesmo e que viu deputado acusado de ter
recebido o dinheiro do valerioduto vestido de modo mais sofisticado
depois desses deploráveis acontecimentos.
O problema não é com a tese do caixa dois, no entanto. Essa é a tese
dos réus. No direito penal brasileiro, o réu pode até ficar
completamente mudo, não precisa provar nada. É ao Ministério Público,
encarregado da tese do mensalão, que cabe o ônus da prova. E essa tese é
um horror. No fundo, é uma história para criminalizar o Partido dos
Trabalhadores, para bem além dos crimes eleitorais que ele de fato
cometeu no episódio. O escândalo Banco do Brasil–Visanet, que é o pilar
de sustentação da tese, não tem o menor apoio nos fatos.
Essencialmente, a tese do mensalão é a de que o petista Henrique
Pizzolato teria desviado de um “Fundo de Incentivo Visanet” 73,8 milhões
de reais que pertenceriam ao BB. Seria esse o verdadeiro dinheiro do
esquema armado por Delúbio e Valério sob a direção de José Dirceu. Os
empréstimos dos bancos mineiros não existiriam. Seriam falsos. Teriam
sido inventados pelos banqueiros, também articulados com Valério e José
Dirceu, para acobertar o desvio do dinheiro público.
Essa história já existia desde a Comissão Parlamentar Mista de
Inquérito (CPMI) dos Correios. Foi encampada pelos dois
procuradores-gerais da República que fizeram os trabalhos da acusação,
Antonio Fernando de Souza e Roberto Gurgel, e transformada num sucesso
de público graças aos talentos do ministro Joaquim Barbosa na armação de
uma historinha ao gosto de setores de uma opinião pública sedenta de
punir políticos, que em geral considera corruptos, e ao surto
anticorrupção espalhado por nossa grande mídia, que infectou e levou ao
delírio a maioria do STF.
Por que a tese do mensalão é falsa? Porque o desvio dos 73,8 milhões
de reais não existe. A acusação disse e o STF acreditou que uma empresa
de publicidade de Valério, a DNA, recebeu esse dinheiro do BB para
realizar trabalhos de promoção da venda de cartões de bandeira Visa do
banco, ao longo dos anos 2003 e 2004. E haveria provas cabais de que
esses trabalhos não foram realizados.
A acusação diz isso, há mais de seis anos, porque precisa que esse
desvio exista, pois seria ele a prova de que os 50 milhões de reais do
caixa dois confessado por Delúbio e Valério são inexistentes e os
empréstimos dos bancos mineiros ao esquema Valério–Delúbio, falsos e
decorrentes de uma articulação política inconfessável de Dirceu com os
banqueiros. Ocorre, no entanto, que a verdade é o oposto do que a
acusação diz e o STF a engoliu. Os autos da Ação Penal 470 (AP 470)
contêm um mar de evidências de que a DNA de Valério realizou os
trabalhos pelos quais recebeu os 73,8 milhões de reais.
No site de RB é apresentado, a todos os interessados em formar uma
opinião mais esclarecida sobre o julgamento que está sendo concluído no
STF, um endereço em que pode ser localizada a mais completa auditoria
sobre o suposto escândalo BB–Visanet. Nesse local o leitor vai encontrar
os 108 apensos da AP 470 com os trabalhos dessa auditoria. São
documentos em formato PDF equivalentes a mais de 20 mil páginas e foram
coletados por uma equipe de 20 auditores do BB num trabalho de quatro
meses, de 25 de julho a 7 de dezembro de 2005, depois estendido com
interrogatórios de pessoas envolvidas e documentos coletados ao longo de
2006.
A auditoria foi buscar provas de que o escândalo existia, mas, ao
analisar o caso, não o fez da forma interesseira e escandalosa da
Procuradoria-Geral da República e do relator da AP 470, Joaquim Barbosa,
empenhados em criminalizar a ação do PT. Fez, isso sim, um levantamento
amplo do que foram as ações do Fundo de Incentivos Visanet (FIV) desde
sua criação, em 2001. Um resumo da auditoria, de 32 páginas, está nas
primeiras páginas do terceiro apenso (vol. 320). Resumindo-a mais ainda
se pode dizer que:
continue lendo a matéria aqui:
FONTE: SITE/ http://www.oretratodobrasil.com.br/
Foto: Matéria/Revista/O Retrato do Brasil
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