sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A caneta que cura.

Philip Yancey escreve para salvar seu passado – e o futuro de outros.


Tim Sttaford

Conheci Philip Yancey quando ambos tínhamos 22 anos. Éramos ambos editores recém-formados na revista Campus Life, de Youth for Christ [Mocidade para Cristo]. Ele era de altura mediana, sem nenhuma gordura em seu corpo e tinha um cabelo enrolado numa espécie de loiro afro. Magro, embora não atlético, possuía toda a energia necessária. Ele chegou ali vindo de uma criação fundamentalista na Georgia, através do Columbia Bible College e do mestrado no Wheaton College. Sua mãe o criou como mãe solteira enquanto ensinava turmas de escola bíblica; Yancey cresceu pobre, em um trailer, junto com o irmão. Ambos foram criados para tocar piano e apreciar música clássica, de que, aliás, Yancey gosta até hoje. Eles aprenderam a trabalhar duro e a respeitar autoridades – e, mais ainda, aprenderam o Cristianismo fundamentalista. Nada importava muito, comparado a isso. Muitos se esquecem da infância fundamentalista, mas Yancey não foi um destes. Ele absorveu o caminho estreito, sua mentalidade rígida e sua forte e brava abordagem da verdade. E depois a rejeitou. Quando o conheci, ele havia escapado deliberadamente do fundamentalismo, mas isso já seria outra história...
Philip Yancey havia deixado aquele mundo, mas não penso que saiu ileso. A força do fundamentalismo é sua pressão e pureza. Fundamentalistas sabem no que acreditam e são firmes em promover sua crença. Geralmente, eles podem dizer o que você pensa também; muitas vezes, são melhores em definir e criticar as posições dos outros do que em ouvir sobre como os outros os entendem. O que parece permanecer com os ex-fundamentalistas são os princípios, a vontade de lutar pela verdade e também uma forte reação à sabedoria rígida da mente dos fundamentalistas. Pelo menos é o que vejo em Yancey: um poderoso senso de honestidade e idealismo, e resistência sobre fazer julgamentos. Em Wheaton, aquele que logo seria um dos mais celebrados escritores cristãos trabalhou para reconstruir seu mundo, procurando limpar-se das características fundamentalistas enquanto preservava (e descobria) a fé genuína e honesta.
A bem da verdade, Yancey havia chegado ao Wheaton College a fim de preparar-se para o campo missionário, em parte porque seu pai, falecido em decorrência de pólio quando os filhos eram crianças, havia planejado ser missionário. Quem conhece Philip Yancey sabe que o que ele planeja fazer, faz. Campus Life, no entanto, foi um acidente, e não algo planejado. Ele precisava de um emprego enquanto freqüentava a escola e a revista lhe ofereceu esta oportunidade. A publicação era praticamente toda escrita pela equipe. O trabalho de um editor era, mais do que qualquer coisa, escrever. Tornou-se óbvio imediatamente para Harold Myra, nosso chefe e mentor, que Yancey era um talentoso e ativo escritor. Foi um achado para a revista – da mesma forma, um achado para ele.
Esclarecido, cheio de vitalidade e criativo, Yancey teria sido bem-sucedido em qualquer coisa. Seria, sem dúvida, um ótimo missionário. Mas o ato de escrever deu a ele a oportunidade de colocar sua energia e sua inventividade em prol de seus ideais e princípios. Durante os anos em que trabalhei na Campus Life, nunca o vi esquecer um só detalhe. Ele era perfeccionista e determinado; tinha uma personalidade controlada e dirigida, que o levava a mergulhar sem reservas em tudo o que fazia. Mas era muito mais compreensivo do que a maioria dos perfeccionistas. Acho que o levei à loucura com os meus esquecimentos, mas raramente ele se mostrou impaciente. Suspeito que isso se deva ao seu passado fundamentalista. Simplesmente, ele não queria julgar os outros e machucá-los como os outros o haviam ferido. Seus escritos melhoraram de forma incrível ao longo dos anos. Não me lembro de nenhum sinal, nos primeiros anos que trabalhamos juntos, de que ele seria um artista com as palavras, um escritor capaz de nos encantar.
Philip Yancey é autodidata. Todos os seus melhores escritos são marcados por uma observação precisa e pelo cuidado ao chegar a conclusões. Com humildade, convida seus leitores a acompanhá-lo numa jornada de aprendizado, também trilhada por ele. Sim, Yancey continua sendo um missionário em seu coração. Ele quer mudar vidas. Desde que o conheço, ele está voltado a pessoas sofredoras. Compartilha suas experiências através de cartas e conversas. De alguma forma, as pessoas reconhecem esta sensibilidade nele – tanto que começou a receber uma quantidade enorme de confissões, mesmo antes de ser um autor conhecido. As pessoas o procuram para falar sobre sua dor. Alguém disse um dia que escrever começa com uma dor de cabeça. No caso de Yancey, começou com uma dor no coração. Alguns de seus títulos dão bem a idéia disto: Onde está Deus quando chega a dor? e Decepcionado com Deus. Por outro lado, sua visão mais concreta e positiva da fé pode ser vislumbrada em obras como Maravilhosa graça, O Jesus que eu nunca conheci e Aliviando a bagagem, entre tantos outros.
Dois lugares foram de grande importância na vida de Yancey. No fim dos anos 1970, ele e sua mulher, Janet, mudaram-se para Chicago. O trabalho dela no centro de idosos da LaSalle Street Church envolveu o casal em uma igreja histórica. LaSalle era uma congregação que acreditava no Evangelho e aceitava pessoas problemáticas da forma que chegavam. A comunidade mostrava preocupação tanto com o corpo quanto com a alma. E lá, o escritor podia ser ele mesmo; até dava aulas na escola dominical. Como ex-fundamentalista, Yancey estava ressabiado com a Igreja, mas LaSalle o trouxe de volta. Ele descobriu que poderia ser parte do Corpo de Cristo – seus dons seriam bem-vindos e honrados.
Acontece que Chicago era muito mais do que aquela igreja. Os Yancey mergulharam na complicada cultura das grandes cidades, com todas as suas coisas boas e ruins – a magnífica Sinfônica local, por exemplo, ou o beisebol apaixonante do Chicago Cubs. Havia também aglomerações, violência urbana e grandes restaurantes. Tudo muito diferente do que havia na sua Geórgia, mas ele se adaptou àquele ambiente cosmopolita. Ainda assim, uma grande parte de Philip Yancey estava radicalmente insatisfeita em Chicago. É que ele precisa da natureza, assim como o violino precisa de um arco. Portanto, nos últimos 15 anos, o casal vive no Colorado, em uma situação oposta à de Chicago – sem grandes concertos ou estádios de beisebol, mas também sem mendigos ou crimes. Há poucos restaurantes, mas eles têm as montanhas. E, em 2007, Yancey alcançou um objetivo importante para ele (e objetivos sempre são importantes para Philip Yancey): escalou o último dos 54 picos mais elevados do Colorado. O alpinismo é para ele apenas recreação, mas superar os obstáculos da subida o ajuda a avaliar tanto a beleza das montanhas quanto a capacidade de sua força de vontade.
A mesma tenacidade ele carrega para as letras. Escrever é sua vocação, e ele a exerce com muita seriedade. Eu confesso que apenas gosto de escrever. Poderia escrever sobre quase tudo; minha paixão é escrever da forma mais artística e articulada possível. Se eu disser ao leitor algo que ele não sabia, então considero meu trabalho feito. Mas, Philip Yancey, não. Ele escreve para curar. Por vezes, retoma a semente de seu passado fundamentalista – as Boas Novas para os que sofrem e estão perdidos – e está determinado a transmitir essa mensagem. Apto, como qualquer perfeccionista, a se auto-condenar, ele carrega uma alarmante mensagem que ainda sente dificuldade em aceitar: a de que Deus nos ama! O dom especial de Philip Yancey é o de comunicar a graça aos que sentem dor, e o faz aproximando-se deles gentilmente, e não empurrando palavras com força. É claro – todos experimentaram a dor. Portanto, de alguma forma sua mensagem é universal. Ainda assim, a resposta visceral vem dos cristãos machucados pela vida, feridos pelas falhas das igrejas. Gente que questiona se Deus pode cuidar deles enquanto permite que sofram desta maneira. Philip Yancey entende a dor. E trabalha duro, tremendamente duro, para, através de sua caneta, transmitir uma mensagem simples: a do amor de Deus.
(Tradução de Karen Bomilcar)
Copyright © 2008 by Christianity Today International

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Somos idiotas mesmo...


Os políticos brasileiros são uma das classes mais privilegiadas do mundo. Eles são funcionários públicos (porque nós é que os sustentamos com nosso trabalho, na forma de impostos), mas se comportam como se fossem milionários ou divindades abençoadas.
Numa comparação com a Inglaterra, em mordomias o Brasil dá de 10 x 0 nos ingleses. Os deputados ingleses não têm lugar certo onde sentar-se na Câmara dos Comuns; não têm escritórios; não têm secretários nem automóveis; não têm residência (pagam pela sua em Londres ou nas províncias); não têm passagem de avião gratuita, salvo quando a serviço do próprio Parlamento. Todas estas mordomias têm que ser pagas do próprio bolso. E seu salário equipara-se ao de um Chefe de Seção de qualquer repartição. A idéia na Inglaterra é que os deputados são funcionários do povo. Aqui no Brasil eles são parasitas porque vivem às custas de mim e de você, e além disso ainda roubam o nosso dinheiro.

Você sabe o quanto de mordomia você está pagando para os deputados brasileiros? Pois fique sabendo: Salário: R$ 12,8 mil; Auxílio-moradia: R$ 3 mil; Transporte: 4 passagens aéreas de ida e volta a Brasília por mês; 13º e 14º salários: no fim e no inicio de cada ano legislativo; Verba para despesas comprovadas: R$7 mil; Verba para assessores: R$ 3,8 mil; Férias de 90 dias ao ano (deve reduzir para "apenas" 45 dias) e folga remunerada de 30 dias; R$ 35 mil por mês como verba de gabinete; Direito a contratar 20 servidores para seu gabinete; Engraxate, barbeiro e cabeleireiro grátis, além de médico e dentista. E ainda recebem R$ 25,4 mil para não trabalharem durante o recesso.

A estupidez de berço...


Período…..Mortos em conflitos…..População mundial…..em % da popul. mundial
Séc. XVI———-1.600.000—————-493.300.000——————-0,32%
Séc. XVII———6.100.000—————-579.100.000——————-1,05%
Séc. XVIII——–7.000.000—————-757.400.000——————-0,92%
Séc. XIX——–19.400.000————–1.172.900.000——————-1,65%
Séc. XX——-109.700.000————–2.519.500.000——————-4,35%

Nota: os valores da população mundial são estimativas referentes ao meio do século.
Fonte: Relatório do Desenvolvimento Humano do PNUD-ONU, 2005, pág. 175


________________________

Precisamos somar a porcentagem do século XXI, a estimativa é que em alguns anos (não muito distante) a probabilidade será de um ser humano morto em guerra a cada dez habitantes no planeta.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Happy Birthday my blog !!!

Enfim chegamos ao primeiro ano de existência desse cantinho aqui. O blog "coexista" que teve seu formato alterado especialmente para o blogspot, completa 1 ano neste servidor!!! Que venham mais e mais anos de controvérsias, polêmicas, aprendizado, desabafos, opiniões, críticas, humor e tudo mais que der vontade de postar aqui hahaha.
Obrigado a todos pela paciência e desculpem os erros gramaticais como o crônico problema das atualizações, mas tudo que é escrito aqui é com o sentimento mais sincero possível!!!
Numa época onde a internet é tão presente na vida de cada um de nós, espero estreitar os laços fraternos com todos que aqui frequentam.
E em breve estará entrando na rede uma surpresinha que se não vai "abalar bangu", vai emocionar muita gente! Aguardem...
Valeu blogueiros e internautas de plantão!!!

sábado, 9 de agosto de 2008

Feliz dia dos pais!



Existe data para tudo, em especial algumas que nem precisariam existir, tais como: dia das mães, dia do amigo, dia do abraço, dia dos pais e etc... Pois o que comemoramos nestes dias, deve ser celebrado diariamente!
Aproveitando o clichê que esta data oferece, digo que se não tenho o melhor pai do mundo, estive perto de ter!
Meu pai foi embora quando eu era bem pequeno (não de estatura, mas de idade), eu tenho poucas recordações dele. As que ficaram, não são as melhores.
Lembro bem do processo final de divórcio dos meus pais. Foi meio desgastante, eram brigas e mais brigas, e eu sabia que em algum tempo, jamais veria os dois juntos novamente. Eu sei que nada dura para sempre, mas o casamento dos dois poderia ter durado mais, até eu me tornar gente de verdade.
Os dias foram passando e com eles a minha esperança da "família completa".Até que ele saiu de casa e ocasionalmente nos fins de semana aparecia para nos ver. E era horrível isso, porque ele simplesmente não ficava. Até que um dia, resolvi dormir em cima dele (com medo que ele fosse embora), eu pensava que assim ele não pudesse escapar ou não tivesse coragem de ir. Mas pela manhã, acordei na cama, que parecia ser maior do que quando tinha ido dormir. Faltava alguma coisa, e essa coisa era ele.
Uma criança chorando não é anormal, mas foi a partir daquelas lágrimas que comecei a me tornar homem. A saga da sobrevivência iniciava-se com toques dramáticos e com traumas familiares que me acompanham até hoje (mesmo que não tenham mais efeito). De repente, aquele que era para ser o meu herói, tornou-se o vilão, e o mocinho sofreu por esse pequeno detalhe!
Tantas datas e dias especiais eu esperei por sua volta, o que acabou nunca acontecendo. Quantas horas difícies eu precisei e ele não esteve presente. Acho que eu só queria dizer que amava ser filho dele, e que tentaria entender o que fosse necessário.
A ausência do meu pai foi superada de certa forma pela minha mãe e minha irmã, que sempre zelaram por mim, mesmo eu não tomando a iniciativa de ser o homem da casa. Eu fui o pobre coitado, alvo das boas ações das duas. Que além de tornarem-se mantenedoras, ocuparam o papel de criação. E como foi "intenso" crescer no mundo feminino.
Sem motivos para me lamentar, observo com extrema felicidade os pontos positivos. Meu caráter, meus sonhos, e minha personalidade estão ligadas a esta falta, uma carência que gerou um amadurecimento precoce e sensato. Não me rebelei e sempre procurei me questionar se deveria ser alguém melhor por conta disso.
Os dias dos pais, sempre foram uma dor de cabeça, tanto na igreja, quanto na escola. Sempre estive com um pé atrás. E pensava que talvez fosse melhor que o mesmo (meu pai), estivesse morto do que vivo. Porque com ele morto, eu teria certeza de que ele não poderia estar comigo, por motivos óbvios. Mas o drama deste enredo é justamente esse, ele está vivo, e vive como se eu não existisse. Desde que foi embora, nunca mais voltou e isso já foi há mais de 17 ou 18 anos.
Mesmo vivendo com a incerteza do amor não correspondido e sem saber, os motivos que o levaram a abandonar tudo (família, amigos, passado). Espero poder ser o pai que eu não tive, quero que o meu filho, não tenha um dos melhores pais do mundo, mas que tenha o melhor!Pretendo ser o pai que não tive!!!
A grande verdade é que podemos reverter determinadas situações, transformando uma tempestade em bonança. E tudo isso que aconteceu comigo (mesmo explicado de forma reduzida) hoje serve como lição e como motivação para ser alguém melhor.
Então, meu agradecimento ao meu pai, por ter sido pai mesmo que por alguns anos. Sem ele, eu não seria o que sou hoje!!!
Feliz dia dos pais!!!

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Papos no divã.



Veja na íntegra a transcrição da minha última visita ao consultório de uma psicóloga (vou preservar o nome da profissional para evitar ações judiciais):
P: O que tem para falar hoje?
Eu: Quero uma mulher como a Amy Winehouse, na verdade, queria uma mulher como Marieta Severo, mas uma mistura entre as duas não seria ruim...
P: Marieta e Amy? Explique.
Eu: Gosto de mulher inteligente e ao mesmo tempo, gosto de mulheres loucas. Se a Ruth Cardoso não tivesse falecido...misturaria a Carolina Ferraz, e teria a mulher ideal!
P: E o que estas mulheres, ou melhor, sua mulher perfeita pode esperar de você?
Um sorriso amarelo, rosto vermelho e dez segundos para respirar, respondi:
Eu: Não sei. Nos últimos anos mudei muito. Não sou ciumento, nem tão pouco sou um açúcar, se é que você me entende? Confesso que já fui mais romântico, mas as mulheres de hoje em dia, não se prendem mais ao romance. Elas querem satisfação sexual e profissional. Querem estabilidade, independência e um saldo positivo no cartão de crédito.
P: Não acha que generalizou? Procure falar de você e não das mulheres, quero saber o que elas podem esperar de você!
Eu: Ah...!!! Como eu disse, já fui uma pessoa melhor, hoje preservo meu senso humanitário,
minha fé, e um coração caloroso, apesar de me frustrar constantemente, ainda acredito na amizade e nas pessoas. Mas aprendi a me dá valor, amor próprio, essas coisas! .... Bom, elas podem esperar fidelidade, e um esforço no companherismo, até porque eu acho que a relação deve ser macada pelo respeito e amizade.
P: Você consegue definir seus sentimentos? Acredita no amor?
Eu: O amor é a fonte de inspiração do homem. Sentimento abstrato com um toque divino na sua composição, eu me esforço cada dia esperando por ele...vou te falar uma coisa que sempre falo para todo mundo, eu penso que o amor entre homem e mulher, seja uma construção, cada dia você ergue alguma coisa, tem dia que você precisa derrubar uma parede, não acredito na teoria que as pessoas nascem prontas uma para outra!
P: Fale mais sobre isso.
Eu: Eu preciso dar um tempo ao meu coração, preciso ouvir a minha razão. Tantas pessoas passaram por ele, e ainda não me convenci do que falei anteriormente ( do amor ). Espero poder construir em breve...espero acordar ao lado de alguém que não seja um mero desconhecido, alguém estranho o suficiente para me "enojar"... Se me deixar falando aqui, vou falar de vocês, adoro falar de mulher, gosto desse mundo, a mulher é a perfeição da criação (um tom irônico)!!!rs
-----------------------------------------------------------------
Essa foi a parte mais interessante da conversa.
Obs: Interessadas e candidatas, favor olhar os pré-requisitos em algum post perdido com o título "procura-se", lá o perfil da mulher ideal se econtra descrito com clareza e sentido!!!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Play List


Amy Winehouse - back to black
Seu Jorge - pretinha
Los Hermanos - último romance
Trem da Alegria - pra ver se cola
Paula Lima - isso aí
Chico Buarque & MPB4 - roda viva
Orquestra Imperial - me deixa em paz
Noriel Vilela - 16 toneladas
Cidade Negra - solteiro no rio de janeiro* :)
David Bowie - heroes
Simple Minds - lady in red
Radiohead - creep
Faith no More - epic
R.E.M - fall on me